sexta-feira, 16 de maio de 2014

Fazendo as pazes com meu corpo, com minha aparência


Eu gostei de ter entrado nesse macaão, sem elástico, tamanho G (Pequeno). Resultado de meses fazendo Pilates na Tao Fisio, com Giselle Taouil e Malu, caminhando, dançando no Wii e evitando coisas que me engordem durante a semana e no fim de semana também.
Aprendi a compensar quando pego pesado.O cabelo novo vem para afirmar para mim que sou mulher, tenho vaidade sim, sou bonita e posso ter um corpo que me caiba.
Adorei ver minha cintura, meu corpo violão e descobri que eu tinha uma visão super distorcida da minha imagem, sempre me achei gorda. 

O Facebook trouxe fotos do passado, tanto do escotismo e agora da faculdade, compartilhadas por amigos recém encontrados e eu vi que eu não era gorda...

Então, deixando de assumir esse padrão, como me ensina a coach Ana Paula Santos, do Clube da Dieta e indo rumo à minha imagem real.


Sou a última da direita e vejo que eu não era gorda...e olha que aqui eu tinha saído 10 kg além do peso normal, devido a correria para o estágio, para dar aula e stress com perdas familiares, etc.


quarta-feira, 14 de maio de 2014

Farra no café da manhã de dia das mães


Nossa pequena notável, a Nescafé Dolce Gusto, Adriana Barra

Meu amor lindo, com sorriso forçado (rs) e as flores que me deu com seu papai lindão...adoro essas gentilezas e poder proporcionar um clima de valor às coisas gostosas da vida.


Meus gatos e o café da manhã chic que ganhei.

Ps: Eu adoro ganhar eletrodoméstico chic! Essa cafeteira veio de um clube de vantagens do HSBC, ou seja, ninguém esperava...mas adorei o Rodrigo e a Lu terem pensado em mim e escolhido e ainda vem mais uma surpresa.



terça-feira, 13 de maio de 2014

16 anos da turma Ordenadores do Universo, do curso de Biblioteconomia da UFF, com direito à reencontro e fotos!

Adorei essa foto, vou imprimir!

Meu melhor amigo da Faculdade, um irmão de alma, Rinaldo Magallon, que tem uma família linda, me encorajou sem querer a ter filho, com seu lindo Rian e é sempre presente em nossas vidas até hoje. Amei a foto!

A turma com a professora Mara...só sorrisos...fico feliz por ter contato com a maioria e estou animada com nosso reencontro esse mês.


Quando vi essa foto chorei tanto...sou nostálgica e essa data foi muito forte para mim. Havia toda uma expectativa na minha família para que eu concluísse o terceiro grau e tivesse um diploma. Eu fui criada pela minha avó, não fui assumida pelo meu pai e tive o suporte da família da minha mãe, inclusive dela, que foi muito perspicaz em seus ensinamentos e em suas conversas e ela me ajudou a trilhar a faculdade sem me desviar, em 4 anos, até obter meu diploma. Como disse a Cris, dona do acervo de fotos, que temos compartilhado em nosso Facegrupo da turma, não era fácil estudar na UFF. O curso era integral, tínhamos aulas em todos os campus, eu fazia estágio em Botafogo.Outro dia passando por lá, lembrei do quanto era difícil chegar e ir embora de lá, já naquela época. Cada dia eu tentava um caminho, com baldiações diferentes, fugindo do trânsito. Dava aula de inglês em Madureira e Caxias, e aos sábados em Niterói. Fui presidente do Diretório Acadêmico, o que rendeu amigos e vivências ótimos e fui monitora de Restauração, muito encantada com meu professor, que tornou-se meu orientador, o Gilson, que também já não está mais entre nós.
Então, quando olhei essa foto, veio toda a sensação e sentimentos misturados juntos. A turma foi ficando tão unida, mas tinha um pessoal politizado que não concordava com a ostentação das formaturas. Eu não tinha condições de fazer tudo como mandava o figurino e a Cris Sampaio foi determinada a nos convencer a celebrar. Ela já tinha uma experiência no assunto, e conhecia floristas, pessoas de buffet e nos encorajou a lidar com a Preus de maneira pé no chão. Cada um contratou da empresa responsável pelo cerimonial (só havia essa em Niterói, na época) somente o que coube no bolso, literalmente. Eu não fiz o album, por exemplo...e somente agora estou vendo essas fotos. Eu tirei fotos com minha câmera, a Thath quem fotografou e as fotos ficaram bem espontâneas (famosas hoje, mas não eram comuns antigamente).
E nos organizamos, montamos uma Comissão. Cada um se responsabilizou por alguma coisa e eu não sei de onde tirei forças para estar nessa comissão. Eu engolia o choro, pensava em quem eu gostaria que estivesse ali e que eu tinha certeza de que estaria ao meu lado nessa hora, mas não estaria de fato...enfim...foi muito difícil para mim.
No dia, ainda foi difícil, mas tive presenças incríveis, como as do Alexandre Barreto, Zapata. Até meu pai apareceu...Rossana veio de Santos, só Deus sabe como e se envolveu nos preparativos (ela tá aí ajudando a fazer a mesa de frutas, na véspera, conosco). Minha irmã, caçula, minha tia Katia, a quem devo ter completado os estudos. Minha madrinha, primos, tios...amigos...foi muito especial.
Eu aprendi a celebrar e que nem sempre todos que gostaríamos que estivessem presentes em nossas vidas estariam (aprendizado difícil e doloroso), mas aprendi a valorizar muito quem está e se faz presente e me valoriza pelo que eu sou e reconhece o que eu faço.
Lembro de dançar muito com meus amigos de Angola, minha madrinha no meio...lembro que os olhos de cada um brilhava e que estávamos lindos, as meninas quase unânimes em seus longos pretos e plataformas e os meninos de social.
As jóias foram um empréstimo da minha super chefe, amiga e mãe de coração Teresa. A quem devo cada puxada de orelha para me manter no prumo e não pirar, tamanhas situações difíceis eu passei durante a faculdade. 
Carla Sartor também foi...enfim...fico feliz ao ver que aprendi que a na vida os rituais, ou ritos de passagem são importante. Encerrar um processo, cumprir uma grande etapa, como uma graduação é digno de festejar sim!
Aprendi a ter leveza e a comemorar tudo!

E agora, a vida me presenteou com esses amigos e um reencontro...espero não fazer feio...só de pensar, meus olhos se enchem de lágrima...espero esbanjar sorrisos e brilho no olhar.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Dia das mães 2014


Esse dia das mães foi particularmente difícil para mim. Senti muita falta da minha avó, quem me criou, a vó Irene. Senti muita falta da minha mãe. A Dona Celi...e chorei baldes de água...uma dor infinita, uma saudade doída, amarga que nem giló...porque me sinto "roubada" no sentido em que elas não estão aqui, não posso abraçá-las, não posso ter experiências com elas, compartilhar meu amor, minha família linda, minha vida e isso faz muita falta. Eu acho que é parte do meu aprendizado aprender a valorizar a família, as relações, porque as perdi quando tinha 16 (avó) e depois (21) anos. Elas não me viram me formar, não acompanharam meus amores, minhas dores, minhas vitórias, meus tombos, minhas decisões e apesar de terem conhecido o Rodrigo ainda adolescente, quando nem namorávamos ainda...eu adoraria compartilhar um pouco das nossas vidas com elas e lógico, adoraria que elas vivenciassem o amor do Miguel...isso dói e eu entro no chuveiro e choro...muito...e choro quando vejo adultos postando fotos com suas mães e não tenho as minhas. Tive duas ainda criança e na vida adulta, nenhuma...enfim. Todo estudo e esclarecimento nos fazem racionalmente lidar com essa dor, mas emocionalmente é assim que me sinto. Tive que juntar os cacos e controlar minha emoção para não estragar o dia das mães de ninguém. Do meu filho, do meu marido e familiares e lógico, me abri para aceitar as coisas boas desse dia. Senti falta de ver a família reunida, tanto do meu lado quanto do lado do Rodrigo, como num lindo e inesquecível dia das mães que fizemos aqui em casa, com direito a acordeon e poesia, e cantinho para as crianças (quando Miguel nem sonhava em nascer, eu já me preocupava com as crianças nas festas e encontros) e aí bateu mais dor, mas eu escolhi sentir e receber mais amor.


Amor de conhecer o apt novo da minha cunhada, que manda muito bem em decoração.

Amor nos tags feitos pelo meu designer e amigo Henrique. Ficaram lindos e deram o tom festivo e encantador que eu gosto. As matrioskas foram presentes da Rossana. Confesso que não gostava dessas bonecas antes de ganhá-las. Tinha uma implicância. Mas o Miguel foi crescendo e sempre amou descobrir uma dentro da outra e tentar guardar de volta e compreendi o sentido de maternidade das campesinas Russas e por isso, usei na campanha da minha empresa, a Biblio Ideias. E lógico, pensava em todas as mulheres maternais que a vida me proporcionou e ainda me proporciona.



Avó, mãe duas vezes e com açucar. Hoje Miguel tem a dádiva de conviver com a avó paterna, que ontem aniversariou!

Junto com o genro. Programa 3 em 1: dia das mães, aniversário do Thiago e aniversário da Marly.


Esses dois juntos, lindo de ver...sempre registro...


Tags do Henrique em nosso café da manhã em casa. Rodrigo sempre sai e faz um café da manhã com delícias para mim, ou me leva a algum lugar.


Esse ano as bandeirolas ajudaram a inaugurar a Dolce Gusto da Nespresso, Adriana Barra, cheia de flores, feminina que só e faz um café muito bom!!!! Faz chá, faz capuccino, machiatto, dentre outros. Café com capsula é muito bom, agora entendo o orgulho das amigas que ganharam a sua Nespresso. Um momento para curtir, degustar, apreciar e sem sujeira e com bossa! Rodrigo descobriu um clube de vantagens do cartão do banco e conseguiu com a Lu escolher esse presente de dia das mães. Ele comprou 3 tipos de café, me ensinou a usar a cafeteira e a escolher a xícara e ainda disse que vai guardar as capsulas para fazer novas receitas (tirei na loteria, né?). Gratidão, amor!


Depois, fomos encontrar os aniversariantes e conhecer o apt da minha cunhada. Flores, abraços, lembrancinhas e muita farra com as crianças.


Bolo de tapioca da bourlangerie La Bicyclette, que eu conheci ontem, com minha cunhada, indo comprar o bolo de tapioca com doce de leite e outro de fondant. Ela disse que o dono veio da França e só sabia fazer pão, de maneira sustentável, orgânica e vendia com bicicleta pelas casas, cresceu, abriu para café em uma garagem, cresceu e virou rede. Show, né? Foi um presente conhecer e provar desse empreendedorismo de sucesso!


Depois fui dar um beijo na minha tia, que terminou de me criar e permitiu que eu estudasse e me formasse, e ainda me deu uma prima filha e afilhada que tanto amamos.


Essa foto é do café, da Nespresso Adriana Barros, que fica lindo de ver...daí a transparência da xícara, bem escolhida pelo Rodrigo. Eu senti falta de comprar minhas louças. Todo mês comprava na Leader, louças avulsas, com cara de bistrô...amo esse universo!


Fui ver minha irmã filha, que conseguiu uma casa linda, tá mais tranquila e animada e é Dinda do meu filhote e ganhou flores ontem.


Olhei essa pessoinha que gerei, pari e estou criando. Peço luz divina, saúde, para vê-lo criado, com sua família.


Flores, Matrioskas...universo fofo!


Bolo, flores, mais universo fofo!


Vê-los juntos é lindo!



Tapa na decoração


Estou trabalhando de casa, na minha consultoria de marketing de mídias sociais, identidade visual, site e brindes, a Biblio Ideias e com isso, se quebrou um pouco, o melhor o ritmo de escrever e postar aqui, já que tenho que postar nos blogs de trabalho e de clientes e também o tempo de dar aquele "tapa" no visual da casa. Mas como isso estava me incomodando e cuidar da casa é uma terapia para mim, que melhoro e rendo em produtividade quando dou um ar aconchegante ao meu ninho e escritório, resolvi voltar ao ritmo de fazer pequenas intervenções por semana.

A minha amiga Luzia, da Formatos Papelaria foi à feira Gift em São Paulo e trouxe lindos porta chaves, que para minha surpresa, tem fita auto adesiva, dupla face da 3M no verso, ou seja, não precisa furar a parede. E dá para usar com chaves e até como apoio para pendurar abridor de garrafas, etc...


Para sala, escolhi esse com Kombis, combina com as Kombis que temos na decoração. Os homens da casa amaram e vocês?


O cantinho de organização de bolsas, chaves, etc, tá ficando assim....


Outro tapa na decoração foi usar um dos caixotes como criado mudo. Funcionou muito para mim, que mantenho revistas, livros ao lado da cama e como o caixote funciona como nicho, o tampo tá sempre vazio e organizado e as revistas, livros, remédios, ficam na parte de baixo. Gostaram?


Ganhei essa lixeira com caveira mexicana em um trabalho de divulgação de um outlet. Apaixonada estou. Virou  minha lixeira de trabalho e a minha antiga foi para a churrasqueira, pois eu estava sem nenhuma. Combinou com meu Chapéu Mexicano.


Essa mesinha estava na lateral da cama, que ganhou criado mudo de caixote, então veio alegrar minha varanda de estar...agora paro para ler minhas revistas dispostas em um estrado de berço e tomar meu cafezinho da tarde e até fazer reunião de clientes aqui mesmo. O que acharam?


A grade do berço do Miguel já tinha virado revisteiro, mas agora foi para a parede atrás da porta. Facilita a limpeza e não tem o risco de virar sobre ele. Fantoche feito pela vó Marly.


Ombrelone fazendo bonito no jardim


Outro feito foi o camarim de herói do Miguel. O caixote com um pedaço da madeira da barraca que sobrou, virou essa arara fofa. Organiza as fantasias, que ele usa diariamente e faz charme no quarto dele, que exceto pela cama, é todo com móveis reaproveitados.

Praticamos o consumo consciente, o design possível, design pé no chão e damos sempre um tapa no visual da casa, para alegrar os corações! Boa semana!

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